Que atrás da lua... a poesia dance na sua alma nua que eu...
muda no seu compasso vá:
p - a - s - s - o - a - p - a - s - s - o.
Devagar...
passo a mão e a pele e a vontade na...
saudade passa a mão no meu...
já estou cegamente derramada nos seus...
a noite há de abrir um portal de sonhos mágicos pra você.
Estarei lá na poesia, terceira à esquerda da estrela Amorius!!! Quarta estrofe, derramada sobre o beijo do anjo caído às tranças...
Arte, porque a vida por si só não deu conta dela mesma
domingo, 16 de março de 2014
Carta de bem querer
A borboleta tirou o vento pra dançar.
Pincelaram cadências de todas as cores no ar e sumiram
sem som sombras
sem som sombras
de bom tom é partir
deixar nas asas do enfeitiçar os lençóis do hojecer!
O vôo tirou a borboleta pra pousar.
O vento leva e traz.
A brabuleta versa letra de frente pra trás.
um desenho do vento poema o amanhã de ontem
venta o lema:
desenha nosso ar com carta de querer bem.
COR VINHO-SAUDADE
a porta entreaberta
fresta passa a saudade lá
cá o vento bate e pá.
Eu abro e aporta o vácuo
levo nos braços afeto.
Aporto amor no cais,
encontro.
casa, móveis, caos, fotos, desfocos.
Sofá. Só falta.
Almofada vazia.
Abraço morto.
Aborto a saudade.
Vinho do Porto.
Vida em linha torta.
Vida em linha torta.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
DAMA DA MADRUGADA
gosto mesmo é do gosto da língua
do sonho que me pega acordada
sinto voar nas asas do vento
a noite nua entregue à lua audaciosa dá
de coçar borboletas na minha cabeça
e em todo o resto...
vou poetando toda prosa
rosa vermelha roça
enrubeço!
e ando e ando e ando sem me mexer
poeta ando
poeta ando
poeta ando
poetando sem saber
De súbito vejo!
no ensejo, passo a passo, cheguei a milhares e milhões de segundos de lugares
lunetas, lunares, leminski
comi chocolate numa banheira de ervilhas coloridas
e nem tirei os pés do chão.
Durmo. É quando o tempo me tem na mão.
do sonho que me pega acordada
sinto voar nas asas do vento
a noite nua entregue à lua audaciosa dá
de coçar borboletas na minha cabeça
e em todo o resto...
vou poetando toda prosa
rosa vermelha roça
enrubeço!
e ando e ando e ando sem me mexer
poeta ando
poeta ando
poeta ando
poetando sem saber
De súbito vejo!
no ensejo, passo a passo, cheguei a milhares e milhões de segundos de lugares
lunetas, lunares, leminski
comi chocolate numa banheira de ervilhas coloridas
e nem tirei os pés do chão.
Durmo. É quando o tempo me tem na mão.
LAGO DO RIO - meu janeiro, 17
Hoje chove um bocado aqui dentro.
Ontem era só rios a cidade
e rios e rios riam do Rio
rios corriam na tempestade
Relâmpagos hiperbólicos,
trovoadas incontáveis decibéis.
Lembra?
Então...
Então...
Hoje chove um bocado aqui dentro.
Um Sakamoto e eu alago.
O lago me bebe largo
eu não apago...
nem água pode mais que minha brisa e brasa.
O cigarro corre aceso no cinzeiro
Tempo.
RAIN
and
more
and
more
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Una película.
Caros,
tengo una gravíssima informacion a revelar:
estoy con una terrible impresión de que mi vida es una película de Almodóvar.
Esto es muy grave. Son atentos? Está leyendo? ¿Me entiendes?
Oh, rogo-te, por Dios!!!! Colores brandas, tramas sin más reviravoltas, maremotos, mujeres y hombres en motos,bocas y ojos rojos e revolveres. Que más puedo hacer para esbranquiçar las colores, dolores, dolores, dolores, doloreeeeessss? Por Dios, Dolores????. Muchas emociones ya me fueran dadas. Basta!!!!!!
A g o r a q u e r o a c a l m a d e u m a á g u a d e p o ç o
Assinar:
Postagens (Atom)




